Esta rebelião teme o regresso de um grande país em conflito.
publicado
Tempo de leitura: 1min
Um novo confronto entre os Estados Unidos da América e o Irão eclodiu na quinta-feira, 9 de julho, em Teerão, contra os aliados de Washington na região, acusando os seus inimigos de quererem perturbar o enterro do Líder Supremo Ali Khamenei. Esta hipótese de hostilidades, mais significativa com a assinatura, em 17 de Junho, pelos dois beligerantes, de um frágil memorando de inteligência para confirmar a cessação das hostilidades em Abril, levanta receios de um regresso a um grande conflito.
Na noite de quarta para quinta-feira, os Estados Unidos da América atacaram novamente o Irão em massa, atacando cerca de 90 alvos militares, segundo o exército. Mas a República Islâmica acusou Washington de também visar infra-estruturas civis “ofuscado” e que os fiéis não deveriam proceder ao funeral de Ali Khamenei. Pontes e ligações ferroviárias entre Teerã e Mashhad (nordeste), onde o líder supremo será enterrado à noite, foram afetadas, segundo Teerã.
Na noite de quinta-feira, uma instalação militar perto de Bushehr, uma cidade no sul do Irão que alberga a única central nuclear activa do país, foi atingida, anunciou na quinta-feira um responsável iraniano à agência oficial IRNA. O Departamento de Defesa dos EUA, no entanto, negou que os EUA tenham atacado o Irão. “Nas últimas horas”.