Neste vídeo, o professor Foncillas analisa a força do que se chama Tasha Shein na União Europeia e explicar por que razão as medidas destinadas a conter a ascensão dos gigantes chineses do comércio eletrónico podem acabar por beneficiá-los. “Perdedor: Shein. E vencedor: Shein também”, concluiu Pablo Foncillas.
“No dia 1º de julho, o chamado Tasha Shein. E antes que pense que não chega… espere, porque tem um senão: “Não são três euros por pacote, mas três euros por cada artigo diferente de acordo com a categoria tarifária”. Em outras palavras, acrescentou, “o produto que compramos porque é muito barato, no final não é mais barato”.
O professor sustenta que as reações destas plataformas podem alterar completamente os resultados esperados. “Os impostos, em vez de expulsá-los, os empurram a abrir armazéns aqui, contratar transportadores europeus e registrar vendedores europeus”, explicou Foncillas.
“A Europa precisa impedir o colapso do processo chinês”, concluiu o professor. “Mas o resultado pode não ser menos Shein… mas Shein com armazéns, empregos e fornecedores aqui. Em vez de fechar a porta, a Europa forçou-os a entrar pela porta da frente. E a seguir as regras da casa.”