Decisão do Supremo Tribunal; negociações entre o Irão e os Estados Unidos; Taxa de homicídio: NPR


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A história popular de hoje

Hoje é o último dia da Suprema Corte dos EUA.E são esperadas decisões importantes. Dois casos importantes envolvem o banimento de atletas transexuais. A decisão judicial mais esperada centra-se na cidadania por nascimento. O caso questiona se os Estados Unidos deveriam conceder cidadania automática às crianças nascidas aqui, especialmente à luz do mandato do Presidente Trump de negar a cidadania às crianças cujos pais entraram ilegalmente nos Estados Unidos ou com vistos temporários. No centro da questão está a 14ª Emenda, que afirma: “As pessoas nascidas ou naturalizadas nos Estados Unidos e sujeitas à sua jurisdição são cidadãos dos Estados Unidos”.

Suprema Corte dos Estados Unidos

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  • 🎧 A decisão de hoje a favor de Trump poderá reverter uma década de precedentes legais. E criando desafios logísticos para milhões de famílias de status misto, relata Ximena Bustillo da NPR Acima primeiro. A decisão contra Trump será uma reversão de uma de suas promessas sobre a imigração. A administração pretende limitar a forma como as pessoas podem estar legalmente no país. Na semana passada, o Supremo Tribunal deu à administração mais autoridade para pôr fim ao programa do Estatuto de Protecção Temporária (TPS), especificamente para haitianos e sírios. Os beneficiários do TPS com filhos cidadãos dos EUA estão no centro do debate sobre a cidadania por direito de nascença, disse Bustillo. Mesmo que o tribunal defenda a cidadania por nascimento, os defensores da imigração dizem que as famílias ainda poderão ter de tomar decisões difíceis sobre a vida conjunta. A política da administração reduziu a migração legal, e o facto de estes casos estarem a ser processados ​​no Tribunal Superior enfatiza a mensagem, disse Bustillo.
  • ➡️ A decisão do Supremo Tribunal foi acordada ontem. Os juízes mantiveram o período de carência para votação por correspondência, elaboraram várias regras federais, fortaleceram o poder do presidente para remover membros de agências independentes à vontade, limitaram o uso de mandados de geofencing pelas autoridades para ver quem está perto da cena de um crime e rejeitaram a tentativa de Trump de se tornar Federer Cooker. Quadro.

Os Estados Unidos e o Irão enviaram uma delegação ao Qatar, depois de trocarem ataques nos últimos dias. A Casa Branca disse que o genro do presidente Trump, Jared Kushner, e o enviado especial Steve Witkoff viajaram para lá para discutir um acordo de paz de longo prazo. As autoridades iranianas deixaram claro que não se encontrarão com eles. Para o Irão, esta reunião parece centrar-se nas discussões com as autoridades do Qatar sobre a libertação de cerca de 6 mil milhões de dólares em activos congelados. A libertação do dinheiro, que representa cerca de metade dos activos detidos no Qatar, foi incluída no memorando de entendimento assinado pelos Estados Unidos e pelo Irão.

  • 🎧 A urgência de ambos os países nestas negociações parece resultar de uma falta de confiançaRuth Sherlock da NPR disse. Os iranianos, em particular, estão preocupados com a possibilidade de a administração Trump voltar atrás nos seus compromissos, especialmente tendo em conta o seu historial de negociações falhadas. O Irão também está irritado com o acordo mútuo acordado pelos Estados Unidos entre Israel e o Líbano no plano para acabar com a guerra. Israel também está combatendo o grupo militante Hezbollah, apoiado pelo Irã, no Líbano. O acordo Israel-Líbano exige o desarmamento do Hezbollah e permite que Israel se retire de grandes áreas do território que ocupa depois de o Hezbollah se desarmar primeiro. O Hezbollah, que não faz parte do acordo, rejeitou categoricamente o acordo, chamando-o de “rendição à soberania do Líbano”.



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