Moscovo (ANTARA) – O governo da República Democrática do Congo proibiu reuniões em massa na capital do país, Kinshasa, bem como em várias províncias, nomeadamente Tshopo, Haut-Uele e Bas-Uele, num esforço para impedir a propagação do vírus Ebola, informou a Rádio Okapi, segunda-feira (29/6).
O Ministro do Interior congolês, Jacquemain Shabani, anunciou a decisão numa circular ministerial de 27 de junho de 2026 aos governadores das províncias afetadas.
Shabani explicou que as restrições foram impostas devido ao aumento dos riscos para a saúde associados à propagação do vírus Ébola em diferentes regiões do país.
A oposição, no entanto, considera esta decisão uma violação da Constituição. Acusaram a política de ser “resultado de engenharia de laboratório” do partido que apoia o presidente, nomeadamente a União para a Democracia e o Progresso Social.
Em Maio de 2026, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o surto de Ébola no Congo e no Uganda como uma emergência que representa um risco para outros países. A organização avalia a disseminação mais ampla na região como um risco alto.
Na segunda-feira (29/6) o Ministério da Comunicação e Mídia Congo disse que o número de mortos pelo surto de Ebola no país atingiu 377, com 1.307 casos confirmados.
Fonte: Sputnik
Esta notícia foi publicada no Antaranews.com com o título: Congo proíbe pessoas para combater a propagação do Ébola
Repórter: Yoanita Hastryka DjohanEditor: Debby H. Mano
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