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Diretor Geral da AIEA, Sr. Rafael Grossi. Foto/anadolu
“Então, a impressão geral é que o material ainda está lá. Claro, do nosso ponto de vista, para confirmar isso, precisamos voltar e verificar e ter certeza de que está tudo lá. Então, não fizemos isso, mas há uma impressão razoável de que o material existe neste momento”, disse Grossi.
Ele explicou que os dados da AIEA se baseiam nas inspeções mais rotineiras da agência, realizadas antes da chamada guerra de 12 dias, no verão passado.
“Então, sabemos exatamente onde estão os equipamentos e sabemos quantos são. Depois olhamos os locais por imagens de satélite e tal, como outros, e não vimos nenhuma movimentação significativa, além de esses locais terem sofrido grandes danos. Alguns deles fecharam o acesso”, disse Grossi.
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(ela)