A competição mal acabou quando chega a hora de fazer um balanço desta Copa do Mundo Masculina. Financeiramente é um verdadeiro sucesso.
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Depois do coroação da Espanhaé hora de revisar os resultados financeiros da Copa do Mundo Masculina da FIFA de 2026. A competição trouxe um orçamento colossal, muito maior do que o esperado. De acordo com O GuardiãoA FIFA deve reportar receitas de 15 mil milhões de dólares, ou pouco mais de 13 mil milhões de euros, para este Campeonato do Mundo. Ou 4 mil milhões a mais do que as estimativas das autoridades. O recorde é ainda mais surpreendente considerando que a federação internacional gastou “apenas” 3,7 mil milhões de dólares para organizar a competição.
Estas receitas provêm, em primeiro lugar, da venda de bilhetes, cujo preço aumentou em média 35% face ao precedente mundial. Mas também os direitos de transmissão aumentaram quase 34%. Por fim e sobretudo, estas receitas provêm do lucrativo sistema de mercado de revenda de bilhetes, sobre o qual a FIFA cobra duas comissões: 15% ao comprador e 15% ao vendedor. O suficiente para adicionar rapidamente à conta, principalmente quando os ingressos já estão caros. Com efeito, para a final, o preço do assento não desceu abaixo dos 9.500 dólares, ou seja, 8.320 euros.
Resta a questão da distribuição de receitas, com quase todo o jackpot permanecendo nos cofres da FIFA. A organização então redistribui o dinheiro para as federações e jogadores. Para esta edição da Copa do Mundo de 2026 serão distribuídos cerca de 700 milhões de dólares.
Um total de 50 milhões para a vencedora Espanha. Quantidade sem precedentes desde a criação do torneio. Quanto ao resto: a Argentina receberá 33 milhões de dólares, a Inglaterra 29 milhões. A França, no pé do pódio, não sai sem nada. A FIFA pagará a ele US$ 27 milhões, dos quais US$ 8 milhões serão pagos diretamente aos jogadores. O que equivale a cerca de 250.000 euros por cabeça. O restante dos fundos será destinado ao orçamento da Federação Francesa de Futebol.