Max Holloway pretende escrever mais um capítulo em sua carreira quando enfrentar Conor McGregor no UFC 329, no domingo.
Holloway é ex-campeão peso pena do UFC, ex-campeão do BMF, futuro membro do Hall da Fama e líder em muitos aspectos quando se olha a história da organização.
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Mas peça aos fãs de MMA que nomeiem seu ‘Monte Rushmore’ – para escolher os primeiros quatro lutadores para competir no UFC – e o nome de Holloway mal aparece.
O nativo do Havaí entrou no octógono pela primeira vez em 2012 – apenas quatro lutas em sua carreira no MMA – e tem sido uma referência desde então.
Agora com 34 anos, o legado de Holloway foi cimentado e a nova geração, como o britânico Lone’er Kavanagh, de 27 anos – que compete na eliminatória neste fim de semana – não tem dúvidas sobre seu status como um dos maiores de todos os tempos.
“Quando eu o vejo, minha criança interior surge”, disse Kavanagh. “Estou ansioso pelo Max, ele está no topo há muito tempo e sempre fez ótimas lutas.
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“Gosto da maneira como ele aborda as coisas, então se você tivesse me dito há cinco anos que eu estaria brigando no card com Max Holloway, eu não teria acreditado.”
Na preparação para a revanche principal do UFC 329 contra McGregor, a BBC Sport analisa a ascensão de Holloway na classificação e os recordes que ele estabeleceu.
De jovens promissores a estrelas de destaque
Aos 20 anos, Holloway era o lutador mais jovem do elenco do UFC quando estreou contra Dustin Poirier em 2012.
Contratar um jovem que só havia lutado quatro vezes profissionalmente parecia arriscado, mas foi uma aposta que deu certo.
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Quando Holloway entrar no octógono na T-Mobile Arena de Las Vegas na manhã de domingo, será sua 32ª luta na organização.
Holloway será a atração principal de seu 15º grande evento, com apenas Anderson Silva (21), Jon Jones (19), Randy Couture (18) e Tito Ortiz (16) liderando o ranking com mais frequência.
Simplesmente, o UFC sabe que pode contar com Holloway para atrair a multidão e dar show.
Holloway venceu 23 de suas 32 lutas no UFC, perdendo nove, e disputou oito lutas pelo título.
Ele se tornou campeão interino dos penas após derrotar Anthony Pettis em 2016 e transformou o título em título indiscutível ao derrotar seu compatriota José Aldo no ano seguinte.
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Depois de duas defesas do cinturão até 145 libras, Holloway almejava o sucesso na segunda divisão, mas caiu na revanche com Poirier pelo título interino dos leves – encerrando uma sequência de cinco anos e 13 vitórias consecutivas.
Holloway fez outra defesa bem-sucedida do cinturão dos penas antes de perdê-lo para Alexander Volkanovski em 2019.
Ele nunca conquistou um título mundial, mas sua determinação em voltar – depois de falhar em três outras tentativas – significa que continua sendo uma das maiores atrações do esporte.
Holloway faz sua estreia no peso meio-médio neste final de semana e três de suas últimas quatro lutas foram no peso leve, mas ele ainda detém o recorde do peso pena e está bem classificado em diversas categorias:
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Segundo em maior número de tackles: 27
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Terceiro maior número de lutas pelo título: 5
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Segundo bônus na luta noturna: 10
O estilo de luta de Holloway sempre foi o favorito dos fãs.
‘Blessed’ é um atacante de alta qualidade com um tanque aparentemente sem fundo. Ele tem 12 vitórias por nocaute.
Nada foi mais famoso do que sua vitória sobre Justin Gaethje no UFC 300 – descrita pelo comentarista Joe Rogan como o “KO do século”.
Em 2020, Holloway falou em mudar sua rotina de treinamento e reduzir os sparring para manter a saúde. Mas isso não afetou sua capacidade de viver ao máximo quando entrou no octógono.
Holloway detém dois recordes de peso leve graças aos seus resultados impressionantes:
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Maior golpe tentado em Dustin Poirier Fight 2 (2019)
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O maior golpe corporal veio na luta contra Dustin Poirier 3 (2025)
Uma vitória sobre McGregor no UFC 329 seria mais uma vantagem para Holloway. Já se passaram 13 anos desde a última vez que a dupla dividiu o octógono em um confronto no card preliminar com a vitória do irlandês por decisão.
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Holloway acredita que lhe foi dada a oportunidade de “corrigir um erro” e ao mesmo tempo continuar a dar o exemplo para aqueles que o seguem.