No contexto de repetidas ondas de calor, os pilotos do Tour de France ainda conseguirão enfrentar as etapas sob o sol escaldante? O sindicato deles já pediu reajuste de horário. Domingo, 12 de julho, o percurso foi encurtado. O que será no futuro?
Este texto corresponde a parte da transcrição do relatório acima. Clique no vídeo para assisti-lo na íntegra.
Corpos exaustos, ressecados pelo sol, esfriaram imediatamente após a linha de chegada. Domingo, 12 de julho, apesar da etapa encurtada, os corredores viajou 155 quilômetros às vezes em mais de 40 graus. “Pode ser assustador.” (…) Etapas com muitas largadas mais cedo, acho que será um pedido de todas as equipes e dos pilotos”. garante Raphael Jeune, gestor da equipe Cofidis.
Na manhã de domingo, em Correz, os motoristas tentaram reduzir a temperatura com cubos de gelo nos capacetes e na estrada, até quatro latas por hora. Sob uma onda de calor, um pouco mais, os campeões causam admiração. “Eles deveriam ter vindo em outubro ou novembro, teriam nevado”, diz um espectador.
Nos nove dias desde a grande largada na Espanha, o pelotão passou por duas ondas de calor, tanto que no domingo na estrada trechos do asfalto foram repintados de branco, uma mistura de água e cal para evitar o derretimento do betume. “Acabamos de regar a curva. Não era necessário antes. Isso ajuda a baixar a temperatura da estrada, que era de cerca de 55, 56 graus. Estamos voltando cerca de dez graus mais baixos.”destaca Andre Bancala, coordenador técnico dos departamentos franceses.
Segunda-feira, 13 de julho, os corredores terão um pouco de descanso, um dia de descanso, mas já terça-feira em Aurillac (Canthal), o limite de 35 graus poderá ser ultrapassado mais uma vez.