Trump tenta criticar as habilidades da Inglaterra na eliminação das semifinais da Copa do Mundo


Nova Iorque

O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA) Donald Trump está agora incluído na longa lista de críticos de arte ingleses, desde que a Argentina perdeu na semifinal do Mundial. Trump criticou a decisão do treinador de nomear o capitão inglês Harry Kane, a quem elogiou como um “grande jogador”, como defesa.

Essa crítica, conforme relatado AFP E BBCFoi feita por Trump no sábado (18/7/2026), ao discursar no evento da Federação Internacional de Futebol (FIFA), em Nova York, na sexta-feira (17/7), horário local, que também contou com a presença do presidente da FIFA, Gianni Infantino.

Na ocasião, Trump decidiu levar uma crítica mais branda ao técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, para usar estratégias defensivas após a Inglaterra ter levado um gol de vantagem sobre a Argentina na partida no Atlanta Stadium, nos EUA, na quarta-feira (15/7).

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O presidente dos EUA também nomeou Kane, capitão da seleção inglesa, que jogou golfe com ele na Flórida há cerca de 18 meses.

“Há um grande jogador na Inglaterra com quem joguei golfe uma vez. Ele é Harry (Kane), que fez um trabalho extraordinário”, disse Trump no evento.

“Acho que provavelmente cometi o erro de torná-lo zagueiro. O que eu sei sobre futebol, afinal?” Ele criticou o presidente dos EUA.

“Eles vão em frente, depois pegam nos melhores jogadores e colocam-nos na defensiva”, acrescentou.

“Deveríamos agir de forma um pouco mais agressiva, certo? Mas eles nunca sabem, eu não critico, o que eu sei sobre coaching? Mas isso é algo incomum”, disse Trump em seus comentários.

Tuchel, técnico da Inglaterra, recebeu duras críticas de vários quadrantes por substituir dois atacantes e o campeão nos últimos 30 minutos da partida contra a Argentina. Esta decisão obrigou a Inglaterra a jogar mais defensivamente, mesmo que Kane permanecesse em campo.

Lionel Messi, craque e capitão da seleção argentina, fez uma pausa e deu a assistência que rendeu dois gols para a Argentina, que levou a seleção sul-americana à última rodada.

Na sexta-feira (17/7), Tuchel reiterou que ainda segue o plano estratégico. “Não, não vou me arrepender da minha decisão. Na minha opinião, nosso jogo se tornou muito passivo. Tentei ajudar o time”, afirmou.

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(nvc/idh)







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