Jacarta, CNN Indonésia —
Presidente dos Estados Unidos Donald Trump prometeu retaliar contra o Irão depois de dois soldados norte-americanos terem sido mortos na Jordânia num ataque atribuído a Teerão.
Segundo a Al Jazeera, os militares dos EUA finalmente lançaram um novo ataque ao território iraniano após um incidente que matou dois soldados.
Trump classificou o incidente como muito triste e reiterou a sua posição sobre o programa nuclear do Irão.
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“Nunca permitiremos que o Irã tenha armas nucleares”, disse Trump, citado pela Al Jazeera no domingo (7).
Entretanto, David Des Roches, especialista em segurança do Instituto Thayer Marshall, disse que a resposta militar dos EUA dependeria fortemente da situação no terreno.
Segundo ele, o governo dos EUA irá considerar vários factores, desde capacidades militares, possibilidades de resolução através de canais diplomáticos, até condições políticas internas, antes de determinar contramedidas.
Mas Des Roches acredita que o público americano também responsabilizará Trump pelas mortes dos dois soldados.
“Como o presidente Trump não conseguiu realmente o apoio público e não explicou as razões desta guerra antes de começar, penso que o público considerará Trump tão parcialmente responsável como o Irão”, disse Des Roches.
Ele acrescentou que os apoiantes de Trump provavelmente instarão a administração a tomar medidas decisivas contra o Irão. Do lado militar, disse ele, os contra-ataques também são considerados importantes para restaurar a dissuasão e evitar que incidentes semelhantes voltem a acontecer.
Por outro lado, o impacto do conflito começa a ser sentido pelo povo do Irão. Além da área alvo do ataque, a incerteza ronda a vida dos moradores de diversas regiões.
A Al Jazeera também informou que muitos iranianos temem que os ataques dos EUA não tenham apenas como alvo alvos militares, mas também possam afectar áreas civis, como aconteceu em conflitos anteriores.
Esta condição agrava a situação económica, que há muito está sob pressão devido a sanções internacionais, inflação, aumento de preços e problemas de gestão económica interna.
(anm/microfone)
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fonte google
(Gamba: vídeo da CNN)