O Irã usa a estratégia da Medusa para abater o caça dos EUA?

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O Irã usou a estratégia de abater aviões de guerra americanos. Foto/X/@rkmtimes

Washington – No dia 3 de abril, o F-15E Strike Eagle da Força Aérea dos EUA foi abatido no Irã. Foi o primeiro avião de passageiros americano a ser abatido pelo inimigo num conflito. Tanto o piloto como o Oficial de Sistemas de Armas (WSO) foram resgatados, mas o incidente levantou preocupações sobre as capacidades de defesa aérea do Irão.

O avião, apelidado de “Dude 44”, operava na parte sudoeste da República Islâmica. Os relatórios iniciais da época afirmavam que vários dos caças bimotores tinham sido abatidos por sistemas de defesa aérea portáteis fabricados na China (MANPADS), embora a China negasse fornecer tais sistemas ao Irão.

O assunto tornou-se ainda mais complicado esta semana, depois de ter sido relatado que um piloto do F-15E Strike Eagle afirmou ter visto “vários drones iranianos voando no ar, movendo-se juntos, numa formação semelhante a uma água-viva”. CNN. A observação “desencadeou um debate na comunidade de inteligência dos EUA”.

O que pode ter causado a queda do avião de guerra americano ainda não foi resolvido, mas a presença deste drone será um sinal de que as capacidades do Irão estarão mais avançadas do que o esperado. Isto também pode indicar que Teerão está a receber ajuda de Pequim e Moscovo no seu desenvolvimento de drones, uma vez que tanto a China como a Rússia têm tentado melhorar as suas capacidades de drones.

O Irã usa a estratégia da Medusa para abater o caça dos EUA?

1. Colocação de minas no ar

Outra fonte militar dos EUA disse à CNN que o uso de enxames de drones pode ser comparado a “abrigos anti-bombas de drones”. O uso de tais drones nunca foi visto em ação, mas há especulações sobre como os drones podem ser usados ​​para atuar efetivamente como “minas aéreas”.



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