Jacarta, CNN Indonésia —
até 23 por cento da população Israel admite que está a considerar deixar o país se Benjamin Netanyahu for reeleito primeiro-ministro. Isso foi revelado na última enquete transmitida Notícias do Canal 12.
Tempos de Israel informou no sábado (18/07) que 23 por cento dos entrevistados disseram que eles ou seus familiares considerariam deixar Israel se Netanyahu voltasse para liderar o governo.
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Na pesquisa, 68 por cento dos entrevistados disseram que não estavam pensando em deixar Israel, enquanto o restante admitiu estar indeciso.
A mesma sondagem também mostrou que a maioria dos entrevistados rejeitou várias novas leis aprovadas pela coligação governante de Netanyahu esta semana.
Cerca de 67 por cento dos entrevistados afirmaram discordar do regulamento, enquanto 21 por cento o apoiaram e os restantes não tiveram opinião.
A lei, que foi rejeitada, inclui o reconhecimento do estudo da Torá como um valor quase equivalente à constituição.
Além disso, o parlamento também aprovou uma lei que proporciona protecção aos judeus ultraortodoxos que evitam o recrutamento.
Os resultados da pesquisa surgem em meio ao crescente debate político em Israel sobre várias políticas governamentais, incluindo o recrutamento para a comunidade ultraortodoxa, que tem sido uma das questões mais controversas do país há anos.
Ao longo dos anos, o grupo recebeu várias isenções do serviço militar obrigatório, enquanto outros cidadãos israelitas devem servir nas forças armadas.
Esta abordagem diferente leva frequentemente a críticas de vários grupos que acreditam que esta política não reflecte o princípio da igualdade.
Os resultados desta pesquisa chegam antes das eleições gerais nacionais de Israel, em 27 de outubro.
O parlamento israelense Knesset anunciou a data das eleições no domingo (7).
A eleição seria um referendo sobre a liderança do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu desde o início do genocídio na Faixa de Gaza, em outubro de 2023.
(de/fea)
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(Gamba: vídeo da CNN)