Jacarta, CNN Indonésia —
O motivo da morte da lenda do futebol Argentina Diego Maradona ainda está em julgamento, apesar de ter morrido há seis anos.
Os advogados da família de Maradona e as sete equipes médicas que o trataram participam do julgamento, que está em andamento desde abril do ano passado.
ANÚNCIO
CLIQUE PARA CONTINUAR O CONTEÚDO
Conforme noticiado pelo meio argentino Buenos Aires Times, houve um confronto nesta terça-feira (7h14) depois que uma testemunha prestou depoimento no julgamento da equipe médica responsável pelos cuidados de Maradona enquanto ele estava internado na casa onde morreu em 2020.
No entanto, a audiência foi adiada e os advogados rivais continuaram o confronto fora do tribunal. A poucos centímetros um do outro e rodeados por advogados, policiais e repórteres, os dois trocaram insultos.
“Estou aqui. O que você vai fazer?” – gritou Fernando Burlando, representando as duas filhas de Maradona, o advogado do principal acusado, Francisco Oneto.
“Seu maldito palhaço”, Oneto respondeu com raiva.
“Você é um idiota”, respondeu Burlando.
Um dos promotores e um policial intervieram e conseguiram puxar Oneto cerca de 10 metros antes que o confronto se transformasse em violência física.
A disputa começou no tribunal quando Burlando provocou Oneto durante uma discussão entre os dois advogados.
“As pessoas gritam com você em todos os lugares, até mesmo em sua própria casa”, disse Burlando.
“Você sabe o que aconteceu na minha casa? Mostre-me algum respeito. Conte-me lá fora”, respondeu Oneto enquanto se levantava e caminhava em direção à mesa de seu colega.
A rivalidade acirrada entre os dois advogados tem sido uma característica recorrente do julgamento, que começou em abril e deve durar pelo menos até o final de agosto.
Maradona morreu aos 60 anos em casa em Tigre, norte de Buenos Aires, em 2020, em 25 de novembro, devido a edema pulmonar e parada cardiorrespiratória durante a recuperação de uma cirurgia no cérebro.
O julgamento em San Isidro investiga atualmente se o ex-jogador de futebol tratou adequadamente sete membros de sua equipe médica, acusados de homicídio premeditado.
Entre os sete réus estão a psiquiatra Agustina Cosachov, o neurocirurgião Leopoldo Luque e o psicólogo Carlos Diaz, a médica Nancy Edith Forlini, o enfermeiro Ricardo Almiron, o enfermeiro-chefe Mariano Ariel Perroni e o médico Pedro Pablo Di Spagna.
O réu negou as acusações de Maradona. No entanto, se condenados, podem pegar de 8 a 25 anos de prisão.
(imf/bac)
Adicionar
conforme desejado
fonte google
(Gamba: vídeo da CNN)