Começam as quartas de final da Copa do Mundo. O campo está alinhado em 2026, com cada um dos quatro jogos contando com um favorito que deverá conquistar a grande vitória no dia 19 de julho.
O melhor exemplo é a Argentina. Pense em Lionel Messi, 39 anos, o maior solista de todos os tempos. Durante o jogo ele gosta de ficar no círculo central e esperar pelos seus momentos. Quando eles chegam, ele entrega. Ele marcou oito gols em cinco jogos. A narrativa numa era de individualização é que Messi pode fazer isso sozinho. No entanto, isso não é verdade. Em 2022, depois de torneios decepcionantes com a seleção nacional de seu país, ele era visto como alguém que só poderia ter sucesso no clube. Lionel Scaloni teve grande participação na atuação do velho Messi. O treinador certa vez tirou Messi deliberadamente do time por alguns meses para que uma estrutura pudesse ser criada sem ele. Quando chegou a hora, ele o adicionou novamente, o gênio. Agora, os seus companheiros de equipa – ou os adeptos – estão a fazer o trabalho por ele, mas não contam apenas com os seus milagres, como provou a vitória tardia sobre o Egipto.