A Getty Images recusou a fusão de US$ 3,7 bilhões com a Shutterstock depois de enfrentar obstáculos regulatórios no Reino Unido.
De acordo com o Wall Street Journal, Getty disse na terça-feira que a Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido exigia a venda dos negócios editoriais da Shutterstock para aprovar a fusão. O conselho teria votado por unanimidade contra a venda das operações editoriais da Shutterstock e decidido encerrar a fusão em 6 de julho se nenhuma outra solução surgisse até então.
A atualização, compreensivelmente, lança sérias dúvidas sobre se a fusão entre as duas icônicas empresas de mídia de vídeo realmente acontecerá. Na verdade, as ações da Shutterstock caíram 30%, para US$ 9,81, após o expediente de terça-feira.
A fusão planejada já recebeu autorização do DOJ em abril, mais de um ano após o anúncio do acordo.
Conforme informamos em janeiro de 2025, a Getty Images e a Shutterstock planejavam se fundir em uma única empresa avaliada em US$ 3,7 bilhões. O plano era renomear a nova empresa principal de conteúdo de vídeo Getty Images Holdings, Inc., com o CEO da Getty Images, Craig Peters, para liderar a empresa combinada.
Na altura, Peters disse que a fusão era “emocionante e transformadora” para as empresas, observando que o acordo deveria abrir “muitas oportunidades para fortalecer a nossa base financeira e investir no futuro, incluindo o aumento da nossa oferta de conteúdos, a expansão da nossa cobertura de eventos e a introdução de novas tecnologias para melhor servir os nossos clientes”.
O CEO da Shutterstock, Paul Hennessy, ecoou o sentimento, elogiando o acordo como uma forma de “expandir nossa biblioteca de conteúdo criativo e aprimorar nossas ofertas de produtos para atender às diversas necessidades de nossos clientes”.