Segundo outros partidos, o novo primeiro candidato da CDU de Berlim, Stefan Evers, não representa um novo começo credível na campanha eleitoral da União. “Onde CDU são castelos. Não creio que vejamos uma mudança na política”, disse o primeiro candidato do SPD, Steffen Krach, no programa noturno “Especial” da RBB com vários políticos.
Evers tem o prefeito reinante Kai Wegner (CDU), que desistiu da candidatura na semana anterior, apoiou-o até ao fim. O programa eletivo da CDU mantém-se. “E então ainda é o sistema de Wegner o responsável na CDU.”
Sistema CDU?
A líder do Partido Verde, Bettina Jaras, assim como o seu colega de esquerda Tobias Schulze, salientaram que Evers, como senador das Finanças, foi o responsável pelos cortes nos sectores social e cultural nos últimos anos. A principal candidata da AfD, Christine Brinker, disse: “O sistema CDU continua a existir, esteja o Sr. Wegner na frente ou o Sr. Evers.” Isso é especialmente verdadeiro porque Wegner não renunciou ao cargo de chefe da prefeitura e, com isso, fez uma “tabula rasa”. Claro, Evers sempre teve uma “palavra rápida nos lábios”, acrescentou Brinker.
“Sou um ativista agora”
O próprio Evers disse que é de fato responsável pela política governamental a partir de 2023. “Isso também é algo que defendo com muita confiança”, disse o senador das finanças. “Não preciso esconder o programa do partido. Não há necessidade de esconder os sucessos deste governo. Mas ele também tem seu próprio estilo e quer dar novos acentos, ao contrário de Wegner”, disse Evers. Ele tem que representar. Agora sou um ativista, aquele que tem que ir aonde dói. E farei isso, dia após dia.”
A diretoria da CDU apoia por unanimidade Evers
No final da tarde, o comitê executivo estadual da CDU nomeou Evers como o novo principal candidato do partido nas eleições para a Câmara dos Deputados de 20 de setembro. Na última sexta-feira, o prefeito Wegner anunciou sua retirada da candidatura principal. Anteriormente, houve meses de discussões sobre informações contraditórias e falsas sobre a sua gestão de crise, após um corte de energia de um dia na capital, em Janeiro.
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