Segunda-feira, 29 de junho de 2026 – 19h09 WIB
Batávia – A Presidente Geral da Associação de Digitalização e Segurança Cibernética da Indonésia (ADIGSI), Firlie Ganinduto, alertou que a ameaça do crime cibernético está crescendo a uma velocidade alarmante.
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No Capital Cyber Resilience Forum, Firlie disse que, de acordo com um relatório que recebeu, a perda global devido a ataques cibernéticos está projetada para atingir cerca de US$ 10,5 trilhões até o ano de 2025.
“É um aumento surpreendente em relação aos 3 biliões de dólares em 2015”, disse Firlie na sua declaração, na segunda-feira, 29 de junho de 2016.
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Mostra que a maior parte destas perdas resultou de ransomware e violações de dados, que são principalmente afetadas por serviços financeiros, cuidados e desempenho. Por esta razão, além das perdas financeiras, estas partes também suportam os custos e responsabilidades legais do sistema de recuperação.
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“É claro que isso não inclui a perda de reputação da marca, o que obviamente está relacionado à proteção do cliente ou das informações do cliente”, afirmou.
Como parte da mitigação das ameaças cibernéticas no sector financeiro, especificamente na bolsa de valores ou no mercado de valores mobiliários, a ADIGSI assinou um Memorando de Entendimento (MoU) com as Empresas de Valores Mobiliários da Indonésia (APEI).
Firlie disse que esta cooperação era apropriada, considerando o importante papel do mercado de ações na economia nacional. Ao mesmo tempo, a ADIGSi, como ecossistema nacional de segurança cibernética, acaba de estabelecer uma parceria com a CREST International e estabelecer padrões globais neste campo.
“A segurança cibernética já não é apenas uma função da tecnologia de informação, mas parte da governação, gestão de riscos, continuidade dos negócios, proteção do cliente e reputação da empresa, que, claro, estão relacionadas com o crescimento económico”, disse Firlie.
Através desta colaboração, a ADIGSI preparará uma Avaliação Executiva de Resiliência Cibernética como um primeiro passo para medir a preparação das empresas para a segurança cibernética.
Isto inclui consultar empresas de segurança para reforçar a segurança cibernética, bem como trabalhar como Equipa de Resposta a Incidentes de Segurança Informática (CSIRT) ou equipas especiais para prevenir, detectar, responder e recuperar sistemas de incidentes de ataques cibernéticos no mercado de ações.
“Esta será uma referência prática que pode ser utilizada pelas partes interessadas para realizar avaliações iniciais tanto da prontidão cibernética como da resiliência”, disse ele.
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Entretanto, o Presidente da APEI, Prama Nugraha, saudou esta cooperação. Segundo ele, entre o aumento da acessibilidade, eficiência e qualidade dos serviços de segurança da empresa por meio da digitalização, há uma ampliação da exposição ao risco cibernético.