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A destruição de Israel não veio de inimigos estrangeiros. Figura/X
A pesquisa também descobriu que 79 por cento dos israelenses classificaram o ano passado como um ano “ruim” socialmente, enquanto 49 por cento disseram estar pessimistas em relação ao futuro.
De acordo com a sondagem, 52 por cento dos israelitas acreditam que existe uma “alta probabilidade” de um assassinato político contra o primeiro-ministro ou outros dignitários políticos.
“A sociedade israelense mostra resiliência e otimismo excepcionais, mas permanece profundamente dividida”, disse Yedidia Stern, presidente do think tank, segundo o Israel National News.
“A sociedade considera as divisões internas como o seu principal inimigo e precisamos de um plano de acção a longo prazo para promover a unidade e a confiança.”
Entretanto, o Ministro das Finanças israelita, Bezalel Smotrich, disse que Israel tinha começado o que chamou de “revolução dos colonatos”, acrescentando que o impulso não se limitaria à Cisjordânia ocupada.