carregando…
A final da Copa do Mundo de 2026 reunirá os dois gigantes do futebol mundial, Espanha e Argentina, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, na madrugada desta segunda-feira (20/07) WIB. Prevê-se que esta partida seja acirrada, pois enfrentará os campeões europeus e os campeões mundiais em título, que tiveram um desempenho impressionante ao longo do torneio.
Para a Espanha esta é uma oportunidade de ganhar o título Copa do Mundo atrás do sucesso na edição de 2010. Enquanto isso, a Argentina almeja entrar na história como o terceiro país a defender o título mundial, seguindo os passos da Itália (1938) e do Brasil (1962). Além disso, a vitória fará da equipa de Lionel Scaloni o primeiro país a vencer quatro grandes torneios consecutivos, nomeadamente a Copa América de 2021, a Copa do Mundo de 2022, a Copa América de 2024 e a Copa do Mundo de 2026.
Espanha tem a melhor defesa
La Roja se classificou para a final depois de eliminar a França na semifinal com um convincente 2 a 0 com gols de Mikel Ojarzabal e Pedro Porro. Porém, seu ponto forte não é apenas a linha ofensiva.
A equipe de Luis de la Fuente emergiu como a equipe com a defesa mais forte deste torneio. Eles sofreram apenas um gol na Copa do Mundo de 2026 e mantiveram o sexto gol sem sofrer golos, um novo recorde em uma única edição da Copa do Mundo Masculina.
Incrivelmente, todos os adversários da Espanha conseguiram produzir uma média de gols esperados (xG) de 0,31 por jogo, de acordo com os cálculos do Sports Mole. A solidez da defesa defendida por Aymeric Laporte, Pau Kubarsi, Marc Cucurella e Rhodri no meio-campo foi a principal base para o caminho até a final.
Além disso, a Espanha também está desfrutando de uma série notável de invencibilidade em 37 partidas internacionais desde março de 2024. Se conseguir vencer a Argentina, estabelecerá um novo recorde como seleção masculina com a maior invencibilidade da história.
Argentina tem a máquina de gols de Lionel Messi
Por outro lado, a Argentina aparece com uma filosofia diferente. Se a Espanha depende da defesa, a Albiceleste depende do ataque à produtividade.