Todos os dias neste Volta à França20 minutos lhe dará a opinião dele sobre a corrida Paulo Seixasa maior esperança francesa nas últimas décadas. Segundo episódio deste Seixasomètre esta segunda-feira no final da terceira fase desta edição de 2026.
A avaliação: cópia de um bom aluno
Era para ser um palco para os aventureiros, muito tranquilo para os pilotos da classificação geral. Os Emirados Árabes Unidos decidiram o contrário, mas Paulo Seixas soube ativar o modo “braço forte” quando a corrida o exigia. Ele também evitou as armadilhas de um início de palco frenético com uma longa batalha para formar a separação. Alguns corredores caíram. Ele não. Obviamente, nós aceitamos. Thomas Weckler disse: “Não vimos Paul Seixas hoje? E isso é muito bom!”
O pacote final: um sprint forte
A partir do momento em que ficou claro que Tadej Pogacar queria jogar pela vitória, sabíamos que teríamos que nos colocar no sopé da subida para Les Angles (1,7 km a 6,5%). E Paul Seixas estava exatamente onde precisava estar. Ele foi afastado por seus companheiros a pouco mais de cinco quilômetros da linha de chegada. Ele ficou preso no volante Jonas Wingegardna quarta posição, a 250 metros, quando Pogacar acendeu o fogo de artifício. Ele arrancou, sentou-se firmemente na sela e terminou em quarto lugar, ao volante de Richard Carapaz.
Declaração de hoje: bom, bom e bom
« A equipe trabalhou muito para me preparar e me colocar nas melhores condições. Na subida fui muito bom, faltando um pouco para pegar o melhor. O quarto já está bom. Um bom esforço para começar bem o passeio. Me sinto bem, estou feliz com o dia. »
Nossa avaliação: 8/10
Primeira chegada “no topo”, mais precisamente no morro, e Paulo está com a nata da colheita. Não esperávamos menos. Outros ficaram presos, como Juan Ayuso ou Remko Evenepoolclassificado dois segundos atrás do grupo francês. Um bom sinal, mesmo que não tiremos grandes lições desta fase. A única nota falsa: babando na chegada. Não é ótimo para fotos Insta.