O British Open ganha vida com 62s de Lucas Herbert e Sam Barnes


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Lucas Herbert e Sam Burns conquistaram seu lugar na história no British Open na sexta-feira, quando cada um igualou o major com rodadas de 8 abaixo de 62 em um dia de baixa pontuação no Royal Birkdale.

Mesmo quando o burburinho diminuiu, houve um lembrete de que um nome no livro dos recordes não é tão satisfatório quanto o nome a ser gravado na jarra de prata no domingo.

Na metade do segundo turno, ficou claro que tudo era possível.

A rodada recorde de Herbert pode parecer um prêmio de consolação. O australiano de 30 anos foi praticamente perfeito até ultrapassar uma tacada de 1,5 metro para 61. Ele puxou para a esquerda e colocou as mãos nos joelhos ao perceber que sua chance de fazer história havia acabado.

“Então foi estranho – acertar e saber que tinha o recorde, mas sentir que poderia ser uma das melhores chances que já tivemos de marcar 61”, disse ele.

Apenas 20 minutos depois, Royal Birkdale viu outro 62, e surgiu do nada. Burns, que nem planejava jogar no The Open até que sua esposa desse à luz seu segundo filho mais cedo do que o esperado, teve uma boa partida que se transformou em ótima.

Ele terminou com três birdies consecutivos – de 40 pés do green no dia 16, de 20 pés no dia 17 e acertou um bunker para o primeiro birdie do dia no dia 18 – para seus 62.

Herbert mantém a liderança inicial com 8 abaixo de 132, duas tacadas à frente do líder de 18 buracos Jackson Suber (69) e Cameron Young, que estragou os dois buracos finais para mais 67. Burns estava outra tacada atrás.

O atual campeão Scotty Scheffler desistiu à tarde, quando se esperava que o vento fosse pelo menos um pouco mais forte do que a brisa que levou a resultados tão baixos pela manhã.

Rory McIlroy tinha um 67 que não parecia tão bom em comparação com o que estava acontecendo ao seu redor. Ele salvou o par no buraco final e estava com 1 abaixo de 139, deixando-o pelo menos sete atrás.



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