No cartão vermelho de Kwanzaa, o primeiro-ministro britânico não tem intenção de seguir os passos de Trump

Ancara

O primeiro-ministro britânico, Sir Keir Starmer, admitiu que não seguirá o exemplo do presidente dos EUA, Donald Trump, ao pedir à FIFA que suspenda a suspensão do cartão vermelho de Jarrell Kwanza antes das quartas de final da Copa do Mundo de 2026, contra a Noruega.

Sabe-se que o atacante norte-americano Florian Balogun fez com que Trump ‘abordasse’ a FIFA para revisar uma suspensão de um jogo para que ele pudesse jogar as oitavas de final contra a Bélgica.

A FIFA então aceitou o pedido e suspendeu a punição de Balogan pelo cartão vermelho contra a Bósnia-Herzegovina. Ele também pôde jogar desde os primeiros minutos contra a Bélgica, embora os EUA tenham perdido por 1 a 4 no final.

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A decisão da FIFA atraiu muitas críticas. A decisão atraiu duras críticas não só de adeptos de todo o mundo, mas também de autoridades do futebol como a UEFA, uma vez que a medida foi vista como um mau precedente para o futuro.

Starmer também foi questionado sobre o mesmo na conferência da OTAN na quarta-feira (7/8). No entanto, ele não pretende tomar medidas semelhantes.

“Não sei dizer quantas mensagens recebi para anular o cartão vermelho que recebemos na segunda-feira (última partida contra o México) e não tentei fazer isso”, disse Starmer, citado pela ESPN.

Assim como Balogan, Kwanzak recebeu cartão vermelho direto por uma entrada perigosa sobre Jesus Gallardo na vitória da Inglaterra por 3 a 2 no Azteca no início desta semana. A penalidade foi estendida para duas partidas até quinta-feira (7/9).

Além da questão do Kwanzaa, Starmer também foi questionado se a Inglaterra celebraria um feriado nacional caso se tornasse campeã mundial, a última vez que isso aconteceu há 60 anos. Qual é a resposta?

“Não quero tirar sarro disso, mas se chegarmos à final, pergunte-me (essa pergunta) novamente”, insistiu Starmer.

(adp/nds)



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