Brasil defendeu árbitro que mostrou vermelho a Balogun

Depois das acusações de Trump

Brasil defendeu árbitro que mostrou vermelho a Balogun

06.07.2026 | 19:07 assistir

Donald Trump é um especialista em futebol e está criticando o árbitro brasileiro Raphael Claus pelo cartão vermelho contra o atacante americano Folarin Balogun. Agora a organização do Brasil está travando uma guerra.

No “Caso Balogun”, a Federação Brasileira de Futebol CBF interveio e defendeu o seu árbitro Raphael Claus. O presidente dos EUA, Donald Trump, de 46 anos, escolheu o jogador de 46 anos por sua decisão na partida das oitavas de final da Copa do Mundo entre Estados Unidos e Bósnia-Herzegovina. Trump descreveu Claus como “um pouco desconfiado” devido ao seu passado. Porém, a CBF defendeu Claus.

“A CBF rejeita todas as sugestões que questionem a integridade de Raphael Claus. Ele é um profissional exemplar cujo trabalho é respaldado por avaliações técnicas, atuações constantes e pela credibilidade das mais importantes competições nacionais e internacionais”, disse o comunicado obtido pelo jornal brasileiro Globo.

Claus mostrou ao atacante americano Folarin Balogun o cartão vermelho por uma falta sobre Tarik Muharemovic na última quinta-feira, o que significa que Balogun está inicialmente ausente por 16 contra a Bélgica na terça-feira (2h CEST/ARD e MagentaTV, bem como no live ticker ntv.de) devido à suspensão imposta.

Trump luta contra os juízes

Trump então ligou para o presidente da FIFA, Gianni Infantino, para reclamar da suspensão de um jogo de Balogun. A proibição de Balogun foi finalmente suspensa. Infantino insistiu que o conselho de administração do organismo internacional não tem influência na decisão.

Quando Trump admitiu aos repórteres na Casa Branca que tinha falado com Infantino sobre Balogun, também mencionou Claus. “Ele tomou uma decisão inacreditável”, criticou Trump. Balogun é o melhor jogador dos Estados Unidos “e deram-lhe o cartão vermelho. Nem sei o que isso significa”.

Embora o apelo de Trump ao amigo Infantino tenha causado alvoroço global devido ao possível impacto da decisão da FIFA, a CBF confirmou a posição de seus juízes: “A CBF reitera seu compromisso com a verdade, a transparência e a proteção intransigente dos especialistas”.

Fonte usada: ntv.de, mar/sid



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