Lutou com De Bruyne?
Bélgica zomba e dança contra Trump após fiasco dos EUA
07.07.2026 | 10:58 assistir
Com a dança “Trump” e a mensagem contundente, a Bélgica expressou com alegria o seu apreço pelo apelo do presidente dos Estados Unidos ao chefe da FIFA, Gianni Infantino, antes do jogo contra os Estados Unidos. Há uma grande ironia na eliminação dos meninos americanos.
A Federação Belga de Futebol (RBFA) comemorou a vitória dos 16 contra os Estados Unidos através das redes sociais através de Donald Trump. Após a vitória por 4 a 1, a agremiação divulgou uma foto do jogador de futebol Romelu Lukaku com as mãos nos ouvidos. Alguém disse: “Tire isso”. Muitos interpretaram isso como uma referência ao presidente dos EUA, Donald Trump, que apelou ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, para solicitar uma revisão da suspensão do cartão vermelho de Folarin Balogun. O apelo e a proibição, que mais tarde foi levantada, causaram grande indignação.
Lukaku e companhia já ditaram o ritmo com uma pequena atuação em campo durante o jogo. Depois da vitória por 4 a 1 nos acréscimos, eles fizeram uma dança enquanto comemoravam o gol que mais parecia a famosa “Dança do Trump” e que poderia ser considerada uma imitação do presidente americano. Os clipes, alguns com música, se tornaram virais em vários canais de mídia social. Além disso, vários cartoons na Internet zombaram da vitória da Bélgica.
Depois da humilhação de Trump: Bélgica assume o controle dos EUA
Mesmo antes do jogo, houve muitas postagens negativas nas redes sociais sobre a ligação de Trump para Infantino. Um vídeo de IA que mostrava Balogun discutindo com um árbitro que o informou do cartão vermelho foi compartilhado em particular. “Não, mano, eu tenho o cartão Trump – eu ganhei”, respondeu Balogun no vídeo.
Sons de reconciliação entre Balogun e Garcia
Após o 16º episódio, também houve vozes de reconciliação. Balogun conversou com o técnico da Bélgica, Rudi Garcia, sobre a situação extraordinária que as duas equipes enfrentaram nas 30 horas anteriores à partida. “Ele veio até mim, eu adorei. Não é culpa dele. Ele não fez nada de errado. Eu o agradeço”, disse Garcia sobre a conversa em campo.
Rudi Garcia teve uma explicação simples para a sua decisão mais surpreendente – e após a convincente vitória dos EUA por 4-1, todas as opiniões estavam do seu lado. “Não precisávamos de Kevin. Marcamos”, disse o técnico belga em entrevista coletiva quando questionado por que deixou inesperadamente o veterano Kevin De Bruyne no banco por 90 minutos.
Depois de apenas alguns minutos substituindo-o como técnico nacional quando o Senegal estava 0-2 nas oitavas de final, ele já está a caminho do sucesso. E na atuação séria de Seattle, não foram os lutadores de longa data em torno de De Bruyne e Lukaku, que mais uma vez foram fortes como curingas, que se destacaram, mas os demais contribuidores: Charles de Ketelaere, dois artilheiros, Nicolas Raskin e Hans Vanaken.
Fontes utilizadas: ntv.de, msc/dpa