Terça-feira, 30 de junho, a febre azul varreu Nova York antes da partida das oitavas de final contra a Suécia. Os fãs acreditam nisso mais do que nunca. Não há apenas franceses no público que apoiam o blues.
Este texto corresponde a parte da transcrição do relatório acima. Clique no vídeo para assisti-lo na íntegra.
Nas suas canções e nos seus gritos está a força da convicção, a confiança inabalável em a seleção francesa. Poucas horas antes do primeiro jogo decisivo, terça-feira, 30 de junho, todos querem acreditar que a França assumirá o seu estatuto. E na Times Square, as ambições dos Blues estão à mostra.
As músicas dos Tricolores ecoam, com aquelas, um pouco vacilantes, dos americanos caindo na Bluemania. “Não temos ninguém tão bom como Cherky ou Mbappé na seleção americana”diz um apoiador americano. É preciso dizer que os franceses chegaram a Nova Iorque como conquistadores. A lendária Ponte do Brooklyn vibra ao som dos tambores e dos gritos dos torcedores.
A poucos passos da Estátua da Liberdade, o galo assume o comando. Porque sim, os franceses são a nova atração da cidade. Nova-iorquinos e turistas estrangeiros giram, ou melhor, suas camisas. “Eles estão jogando muito bem. Acho que vão ganhar esta taça.”diz um homem.
Blues ainda não está na Broadway, mas os fãs já ganharam o prêmio de performance. Eles aumentam a temperatura. O que está em jogo nesta possível partida está no lado do tempo. É o início de uma onda de calor nos EUA. Serão 30 graus em campo contra a Suécia.