Durante vários meses e até anos, o comunidades de bairro Não se trata apenas de derramamentos, elevações ou reformas de fachada. O aumento de Preço da eletricidade e o interesse em reduzir o consumo de energia levaram muitos proprietários a instalar Painéis solares em seus edifícios. Uma das dúvidas mais comuns surge antes mesmo da solicitação de orçamento e tem a ver se é necessário que todo o município concorde.
A resposta está no Lei de Propriedade Horizontal. Especificamente, Artigo 17.1 fornece um sistema específico para instalações destinadas à utilização de energias renováveis e reduz o apoio necessário para a realização deste tipo de projetos. Em outras palavras, o Regra torna mais fácil para as comunidades votarem no autoconsumo sem reunir a maioria necessários para outros acordos. Isto não significa que um proprietário possa ocupar sozinho o telhado do edifício para instalar painéis solares sem mais delongas. Se a instalação afetar elementos comuns, ainda será necessário que a comunidade adote um acordo. A diferença é que a lei reduz significativamente o número de votos necessários e também esclarece quem deve pagar pela instalação e o que acontece com os vizinhos que preferem não participar.
Você pode colocar painéis solares em sua casa sem o consentimento dos vizinhos?
Um dos erros mais comuns é pensar que a instalação de painéis solares numa comunidade de bairro requer o apoio da maioria deles. No entanto, o O artigo 17.1 da Lei de Propriedade Horizontal estabelece que a instalação de sistemas conjunta ou exclusivamente Utilização de energias renováveis será capaz de ser aprovado a pedido de cada proprietário com o voto favorável de um terço dos membros da comunidade que representam adicionalmente um terço dos custos de participação.
Ou seja, o sistema visa promover a implementação de fontes de energia mais eficientes eevitar que projetos deste tipo sejam bloqueados devido à falta de consenso absoluto. Na prática, representa uma exceção a outros acordos municipais, para os quais a lei exige maiorias maiores, para que se possa interpretar que os painéis solares num edifício são mais fáceis do que outras obras.
Os vizinhos que votarem contra não terão que arcar com os custos
A norma também resolve outra das questões que mais geram conflitos nas assembleias de moradores: Quem paga a instalação? O artigo 17.1 indica que o município não pode transferir os custos dos painéis solares ou as despesas derivadas da sua conservação e manutenção para os proprietários que não tenham votado expressamente a favor do acordo. Desta maneira, Quem decidir não participar no início não precisa financiar uma infraestrutura da qual não se beneficiam.
Esta disposição deverá facilitar a execução dos projectos sem impor despesas a todos os residentes. Ao mesmo tempo, Protege quem faz o investimento desde o primeiro momento.
Se mudar de ideia, você poderá participar mais tarde
A lei também prevê que o proprietário possa alterar seus critérios ao longo do tempo. É possível que inicialmente se recuse a participar na instalação e, após verificar a poupança de energia dos painéis solares, o sistema decida participar. Nesse casoo município pode autorizar a sua incorporação, embora o vizinho deva pagar o valor que lhe corresponde no momento da instalação, atualizado com os juros legais correspondentes. Isto evita que aqueles que financiaram o projecto desde o início suportem custos mais elevados do que aqueles que aderiram mais tarde.
Uma medida destinada a promover o autoconsumo nos municípios
Artigo 17.1 da Lei de Propriedade Horizontal Faz parte das medidas para facilitar a implementação de sistemas de energias renováveis em edifícios residenciais. A norma simplifica o procedimento de aprovação deste tipo de instalações e estabelece uma distribuição de despesas que tenta equilibrar os interesses de todos os proprietários.
Por um lado, permite a quem quer apostar no autoconsumo promover o projeto sem depender de maiorias difíceis de obter. Por outro lado, garante que os vizinhos que preferem ficar longe não tenham de arcar com os custos de uma instalação que não utilizarão, embora tenham a opção de aderir no futuro caso mudem de ideias.
Conhecer essas regras é especialmente útil numa altura em que cada vez mais municípios estudam reduzir as suas faturas de eletricidade através de energias renováveis. Antes de votar tal proposta, é aconselhável verificar o que diz exatamente a Lei de Propriedade Horizontal, pois muitas das crenças mais difundidas sobre a maioria necessária ou a distribuição de despesas nem sempre coincidem com o que a norma estipula.