A fusão do torneio de tênis entre a Associação Masculina de Tênis Profissionais (ATP) e a Associação Feminina de Tênis (WTA) foi adiada indefinidamente, de acordo com uma reportagem de segunda-feira do The Guardian.
As duas viagens discutiram a unificação dos direitos comerciais e de mídia e estão perto de chegar a um acordo em 2025 sob o comando do anterior presidente da WTA, Steve Simon. A sua sucessora, Valerie Camillo, considerou os termos de partilha de receitas inaceitáveis, levando a WTA a retirar-se de qualquer acordo.
O presidente-executivo da ATP, Eno Polo, expressou confiança pública em janeiro, dizendo que as duas turnês estavam “muito próximas” de um acordo.
A WTA teve uma receita reportada de US$ 142 milhões em 2024, menos da metade dos US$ 294 milhões reportados pela ATP. A WTA certamente garantiria mais receitas através da partilha de direitos, mas também garantiria uma percentagem de receitas mais baixa do que a ATP no processo – um golpe para as ligas e circuitos femininos que lutam por mais igualdade financeira.
As dificuldades financeiras obrigaram a ATP a reduzir a sua programação de duplas nos últimos dias. Embora a WTA tenha até agora se oposto a medidas semelhantes, a WTA teria começado a iniciar outras medidas de redução de custos, incluindo menos pessoal presente em grandes eventos como Wimbledon.
–Mídia em nível de campo