John Brown: “Arma secreta”

O recebedor John Brown não é dos mais badalados da NFL, embora tenha feito temporadas até boas, como em 2015, pelo Arizona Cardinal. Mas o jogador contou uma bela história ao The Players’ Tribune, e achamos que merecia ser repassada. No texto, o wide receiver do Baltimore Ravens fala sobre a relação com seu irmão e como a morte dele o fez mais forte para seguir no futebol americano.

Aos que não conhecem, o ‘TPT’, é uma plataforma usada por jogadores de diversas modalidades, e nós já publicamos aqui no NFL à Brasileira textos de Greg Olsen, Richard Sherman, Adam Thielen, entre outros.

Foto: Instagram/Ravens

Confira a tradução do que foi escrito em “Arma Secreta”

Me lembro de sentir uma brisa fria nos meus pés descalços, e eu ouvia o som de uma mulher chorando. A princípio, parecia que o choro estava vindo de longe. Mas ele foi aumentando e aumentando até me cercar, como se estivesse vindo de todos os lados.

Sabe quando às vezes você está sonhando e SABE que está em um sonho?

Eu sabia que era um sonho.

Eu estava flutuando sobre um campo aberto com uma grama bem verde. De longe, vi um pontinho preto. Comecei a mexer os meus pés para frente, mas eu estava flutuando. Então, a cada passo que eu dava, parecia que eu estava em uma esteira. Não importava o quanto eu tentasse, não conseguia chegar perto daquele ponto.

A maior parte disso não faz sentido – a flutuação, o ponto – você sabe, coisas aleatórias. Coisas de sonhos.

Mas a fria brisa era real, como nunca tinha sentido. E o choro… eu conseguia sentir a dor nele. Real desse jeito.

Então, percebi que eu conhecia aquele choro.

Era minha mãe.

Foi quando o sonho acabou. Abri os meus olhos e não estava mais flutuando. Eu tinha 20 anos, estava na faculdade, deitado no chão da sala de estar da minha casa, onde dormi assistindo televisão mais cedo naquela noite. Meus pés estavam para fora do cobertor. A porta da frente estava aberta e eu conseguia sentir o vento soprando.

Olhei para fora e vi que minha mãe estava na varanda da nossa casa em Homestead, Florida. Ela estava no telefone.

“Espera”, ela disse. “James Walker… você quer dizer o pai, né? Não o Junior. Não meu James”.

Ela abaixou o telefone e começou a soluçar.

Então, ela me disse que meu irmão James tinha sido baleado.

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Comecei a assistir os treinos de futebol americano do James depois da escola quando eu tinha cinco anos. E não foi por escolha. Minha mãe estava sempre trabalhando e só tinha uma regra que ós tínhamos que seguir: “Fiquem juntos”.

James era meu meio-irmão, mas nós crescemos juntos, na mesma casa, e nós éramos tão próximos quanto qualquer crianças poderiam ser. Ele era um ano mais velho do que eu e tinha a idade necessária para se juntar ao time, então eu só ficava na lateral todos os dias e assistia ele fazendo coisas incríveis que eu nunca tinha visto ninguém fazer. Ele lançava passes, dava tackles – ele estava com as crianças rindo, gritando e se cumprimentando. Parecia a coisa mais divertida que alguém poderia fazer. Antes mesmo de eu jogar, meu irmão me viciou.

Eu sempre usava o seu capacete quando estávamos indo para o treino. Nos dias de jogos, eu era como um ‘personal de equipamentos’, cuidando de tudo o que ele precisasse – jersey, chuteiras, tudo – tudo pronto. Carregava o capacete e as ombreiras até a porta da sala de pesagem. Eu era o cara dele.

Um ano depois, quando eu tinha idade suficiente para jogar no time em que James estava, era como se eu estivesse no paraíso.

“Não ouça o que qualquer um diz”, ele sempre me falava. “Você é o melhor jogador no campo. Você é a arma secreta”.

Com a exceção de que eu não era. Era pequeno, era lento – na melhor das hipóteses, eu era mediano. James e eu só tínhamos um ano de diferença, mas eu era o clássico ‘irmãozinho’. Ombreiras e camisas ficavam muito grandes, eu corria por todo lugar sem ideia do que estava fazendo. Mas era divertido. E gradualmente, comecei a entender como jogar.

O futebol americano se tornou o nosso foco na vida. Era a única coisa que sabíamos. Não importava se estávamos em algum time ou só jogando na rua com os amigos. Meu irmão e eu – Smokey e Junior – em qualquer tarde, poderíamos ser encontrados jogando futebol americano.

Quando ficamos um pouco mais velhos, começamos a jogar por dinheiro. Depois da escola, um pessoal aparecia no parque ou no ‘beco’ – onde os jogos sérios aconteciam – e nós dividíamos os times. Normalmente, gastávamos 5 dólares por pessoa em cada jogo – cinco de nós juntos pagavam 25 dólares, e o outro time fazia o mesmo – e nós jogávamos até ficar escuro demais. James e eu estávamos sempre no mesmo time. Perdíamos uns aqui e ali, mas na maioria das vezes ganhávamos. Já chegamos a levar para casa mais de 50 dólares.

E, deixe-me falar, 50 dólares para uma criança em Homestead é como um dinheiro infinito – a maioria das crianças gastaria isso com doces e refrigerantes, mas nós optamos por ajudar nossa mãe a sustentar a casa. Então, o futebol americano era o nosso trabalho antes de termos idade para ter um emprego, e nós amamos cada minuto disso.

Toda noite, James e eu falávamos para nossa mãe sobre como iríamos para a NFL algum dia – e ser pago de verdade.

“Nós vamos fazer isso e tirar você de Homestead. Nós vamos cuidar de você. Não importa o que aconteça”.

Essa foi a nossa promessa para ela.

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“James Walker. Seu filho. Ele foi baleado três vezes”.

Isso foi o que minha mãe ouviu no telefone naquela noite. A visão dela desabando ainda está na minha mente. Assim como as palavras que saíram da sua boca quando, finalmente, ela quis falar comigo.

Ele foi alvejado duas vezes no peito e uma na cabeça.

A única coisa que me lembro depois disso é de colocar meu tênis e correr com ela para o carro de um amigo quando ele veio nos buscar. Tudo após isso foi apagado até chegarmos ao hospital.

Tivemos que esperar do lado de fora quando chegamos – os médicos ainda tentavam estabilizar ele. Uma multidão começou a se reunir, apesar de ser 5 da manhã. Algumas pessoas ainda estavam vestidas como se não tivessem ido para casa após uma noite na balada. Reconheci alguns deles e ouvi todo o tipo de história sobre meu irmão e seus amigos, mas ninguém parecia saber o que realmente tinha acontecido.

Foi difícil olhar para James deitado na cama do hospital. Seu corpo todo estava enfaixado, sua cabeça estava embrulhada e metade do rosto estava inchada como uma bola de basquete. O único som dentro da sala era o monitor cardíaco e os suspiros do respirador. Ele não conseguia falar. Não conseguia se mover. Não conseguiu abrir os olhos. Nós não fomos autorizados a abraçá-lo ou até mesmo tocá-lo.

Mas ele estava vivo. Ele estava conosco. Por um momento, pelo menos, nós conseguíamos falar com ele, e ele podia ouvir.

Não podia pensar em nada para dizer a princípio, então eu apenas sentei em uma das cadeiras que estavam ao lado de sua cama.

Sentei lá e não falei nada – apenas rezei para Deus.

E esperava, de todo meu coração, que de algum jeito eu ainda estivesse sonhando.

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James sempre esteve lá para me motivar, todos os dias, dentro e fora de campo.

Quando um dos técnicos do ensino médio me disse que eu era muito pequeno e que nunca faria parte do time, acho que James ficou tão bravo com ele quanto eu. James provavelmente teria ido embora se eu não estivesse por perto, mas ele não fazia isso porque não valia a pena.

Em vez disso, ele me disse que eu poderia trocar de escola.

“Você é a arma secreta”, ele continuava dizendo. “Quem se importa com o que qualquer técnico diz. Ou o que QUALQUER UM diz. Apenas vá para algum lugar e seja o melhor. Apenas vá”.

De verdade, não havia nenhuma indicação atlética que eu poderia jogar futebol americano. Mas isso não importava para James. Ele acreditou em mim. E eu acreditei nele.

Então usei seu conselho. Me transferi naquele ano de South Dade para Homestead, a maior rival de South Dade. E isso significava que meu irmão e eu nos enfrentaríamos pela primeira vez. E James era defensive back e eu wide receiver, então teríamos um legítimo matchup cara a cara.

Minha mãe ficou destruída só de pensar nisso.

Ele era meu irmão e meu melhor amigo – mas naquela semana, ele seria meu rival. Fiquei empolgado em casa. James e eu constantemente nos provocávamos e um de nós levou isso longe demais, o que acabaria em briga. Então nos acalmávamos e começamos a voltar ao normal, quando, eventualmente, nós íamos longe de novo – sabe como são os irmãos.

O jogo em si foi um pouco feio.

James podia bater tão forte quanto qualquer um, e ele me acertou mais de uma vez, o que não gostei. Fiz algumas recepções em cima dele, mas o jogo foi mais uma continuação das lutas que tínhamos em casa do que qualquer outra coisa – sem muito futebol americano. Meu time acabou vencendo por 7 a 0.

Ele chorou depois, e então nós nos abraçamos e desejamos ‘bom jogo’ e tudo mais. Foi um daqueles momentos em que senti uma verdadeira sensação de realização. Meu irmão mais velho sempre foi maior, mais forte e mais rápido do que eu, mas desta vez, eu saí por cima.

O pequeno irmão foi o grande vencedor.

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A última conversa que tive com James antes dele ser baleado foi em 2010, no verão depois do nosso segundo ano de faculdade. Ele tentou me convencer a trocar de escola para a MidAmerica Nazarene. Após o ensino médio, consegui bolsa de estudos para Mars Hill, uma faculdade da D-II (Divisão 2), na Carolina do Norte, mas mesmo com uma ótima temporada em campo, estava com problemas acadêmicos. Então, no ano seguinte, fui transferido para Coffeyville Community College, no Kansas. Estava apenas procurando um jeito de voltar ao campo.

Mas no momento em que me matriculei, a equipe tinha passado o limite de jogadores de fora do estado. Então, mesmo na faculdade da comunidade, eu não poderia jogar. Eles me permitiram treinar com a equipe, mas não podia jogar.

James viu que eu estava sofrendo. Ele sabia que eu só queria estar lá no campo. Ele perguntou se havia algo que ele pudesse fazer para me convencer a vir jogar com ele – para que pudéssemos estar juntos em campo novamente.

Eu disse a ele que pensaria sobre isso.

Mas eu nunca tive a chance.

Na noite de 3 de julho de 2010 – na noite anterior à que James foi baleado – um amigo disse a mim e a minha mãe que James havia sido roubado enquanto passeava na vizinhança. Quando fui ver a cena, vi um policial lá que era amigo da nossa família. Ele sempre manteve um olho em meu irmão e em mim desde quando éramos do ensino médio, porque ele sabia que estávamos tentando fazer algo para nós mesmos.

“Tenha cuidado”, ele disse para mim. “O aviso vem antes da destruição.”

No dia seguinte inteiro, minha mãe disse a James várias vezes que seria melhor se ele ficasse em casa e não saísse por alguns dias. Ela sabia que tipo de lugar Homestead era, e o tipo de pessoas com quem James estava saindo.

Eu queria dizer a ele para ficar em casa também. Eu queria contar a ele o que o policial havia dito e que todos nós tínhamos visto as notícias ao longo dos anos – a violência era um fato do cotidiano da nossa vizinhança. Mesmo que você estivesse apenas caminhando, havia sempre a possibilidade de algo dar errado.

Mas ele saiu de casa cedo naquela manhã e eu nunca tive a chance de falar com ele. Ele prometeu a minha mãe antes de sair que ele não causaria problemas.

Eu acho que nunca vou saber o que realmente aconteceu com James naquela noite, mas o que ouvimos depois de algumas das pessoas do lado de fora do hospital – pessoas da boate – foi que havia uma discussão entre alguns caras e o grupo que James estava, e as pessoas começaram a brigar. Mas James – lembrando da promessa que ele fez à nossa mãe de que ele não causaria nenhum problema – ficou fora disso. Ele nem saiu do carro.

Ele ainda estava sentado do lado do passageiro no banco da frente quando alguém correu e começou a atirar.

O médico nos disse que meu irmão havia saído do carro para o hospital sozinho. Eu não sei como – o médico também não sabia como. Baleado três vezes, fragmentos de balas ainda se espalharam por todo o corpo e pelo cérebro dele… mas ele saiu do carro, e entrou com seus próprios pés.

O médico também disse que, quando James estava na mesa de operações, seu coração parou em duas ocasiões diferentes. Ambas as vezes ele se ficou pelo tempo suficiente para ser declarado morto, mas nas duas vezes eles foram capazes de trazê-lo de volta.

Eles nos disseram que ele não duraria mais do que alguns dias no respirador. Eles nos perguntaram se queríamos remover seu tubo de respiração. Mas minha mãe disse não.

Lembro que ela disse: “Deus vai levá-lo quando ele estiver pronto.”

Quase duas semanas depois, James começou a respirar por conta própria.

Ele não era capaz de falar – não estava totalmente acordado – mas eu sempre fui vê-lo de qualquer maneira. Eu apenas sentava com ele e conversava com ele. Ele estava sempre tão animado para me ver – eu poderia dizer. Seu rosto mudava, ele estava mais alerta e se movimentando mais.

E eu sempre via as lágrimas em seus olhos quando eu pegava sua mão e lhe falava sobre futebol americano.

Eu dizia a ele como eu ainda estava treinando em Coffeyville. Como eu não estava me vestindo para os jogos, mas que todos os dias eu estava lá fora praticando, melhorando e esperando que de alguma forma eu voltasse a campo.

Eu disse a ele que ele era a razão pela qual eu nunca desistiria. E eu dizia a ele toda vez que eu o via que ainda me lembrava da nossa promessa.

Eu iria para a NFL, não importa o quanto demorasse, não importa quantas vezes eu tivesse que mudar de escola ou convencer um técnico de que eu merecia um lugar no time.

Eu ia cuidar da nossa mãe – e dele.

Sempre quando queria desistir, ou começava a acreditar em todas as coisas negativas que as pessoas tinham dito sobre mim no passado – que eu não era grande o suficiente, rápido o suficiente ou simplesmente bom o suficiente – eu pensava em James. E sempre que havia uma pausa na escola, eu voltava para a Flórida e conversava com ele sobre tudo.

Ele nunca dizia uma palavra. Mas ele não precisava. Eu sabia que ele estava lá e que estava lutando para viver para a nossa família.

Toda vez que saí daquele quarto, eu estava mais determinado a deixá-lo orgulhoso.

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James aguentou por quase 10 meses.

Em abril de 2011, me ofereceram uma bolsa de estudos para jogar futebol no estado de Pittsburg. Os treinadores tinham me visto treinar em Coffeyville. Meu trabalho duro valeu a pena. Eu finalmente estaria jogando futebol novamente.

No dia seguinte, James faleceu.

Eu sempre sentirei que a razão pela qual ele ficou aguentando por tanto tempo foi porque ele estava esperando que eu agisse antes de sair desta terra e encontrar a paz além desta vida. E uma vez que ele soube que eu estava bem – uma vez que recebi a oferta de bolsa de estudos – era hora de ele ir.

Ele sabia que eu ficaria bem.

A primeira vez que entrei em campo no estado de Pittsburg foi para um retorno de punt. Eu estava usando o número 5, o antigo número de James. Eu peguei o punt em nossa própria linha de 16 jardas, e eu corri … e corri … e corri. Eu corri, intocado, todo o caminho até a end zone.

Assim que cruzei a linha de gol, apontei para o céu e agradeci a James por me ajudar a chegar lá – à end zone, ao Pittsburg State, ao futebol americano. Nada disso teria sido possível sem ele.

Dói pensar em alguém que você quer muito ver, mas não consegue. E é uma dor que nunca parece ir embora. Isso me faz sentir mal, e isso me deixa louco, e isso me faz pensar sobre todas as maneiras diferentes que minha vida – nossas vidas – poderiam ter funcionado se James não estivesse sentado no carro naquela noite.

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Ficar juntos.

Essa foi a nossa única regra. A que eu ainda tento seguir.

Ele pode ter ido embora desta Terra, mas ainda nos falamos às vezes, eu e meu irmão. Quando tenho um bom jogo, quando tenho um mau jogo, ou especialmente quando estou com dificuldades na minha vida fora do futebol, posso ouvi-lo. Eu ainda falo mais do que ele, mas eu sei que ele está sempre ouvindo. E às vezes ainda posso ouvi-lo dizendo: “Você é a arma secreta”. Nunca falha em me incentivar quando estou me sentindo fraco.

Às vezes eu lhe digo o quanto sinto sua falta – o quanto ele ainda significa para mim. Que eu gostaria que pudéssemos voltar e ser apenas Junior e Smokey novamente, lutando na sala de estar ou assistindo os desenhos de Taz e Pernalonga de manhã antes da escola.

Eu digo a ele que daria tudo o que tenho para trazê-lo de volta para cá, mesmo que fosse apenas por um dia. Mais um churrasco no quintal ou uma reunião de família. Mais uma chance de jogar a bola com ele em algum lugar. Eu daria cada centavo que fiz na minha carreira.

Eu digo a ele que nada nesta vida será tão bom quanto o tempo que passamos jogando juntos. E eu acho que é meio engraçado, tantos anos depois, que ele é quem está me assistindo – ele é quem está me aplaudindo.

James está sempre comigo. Ele estava comigo no final de semana do Draft em 2014, quando os Cardinals me escolheram na terceira rodada. Ele esteve comigo pelos incríveis quatro anos que passei em Arizona.

E agora ele está em Baltimore comigo. Ele é um Corvo também. E ele continuará compartilhando o sucesso que eu tiver, agora e para sempre.

Eu digo ao meu irmão todos os dias que é por causa dele que eu consegui chegar onde estou agora. E todas as manhãs quando eu acordo e olho tudo que tive a sorte de conseguir, eu digo: “Obrigado”.

Para o James.

Obrigado por fazer parte da minha vida, embora eu deseje tanto que você pudesse ter ficado por mais tempo. Obrigado por me ajudar a cuidar da mamãe. E obrigado, mais do que tudo, por me levar até onde estou.

Porque se não fosse por você, eu não sei se alguma vez teria encontrado coragem para perseguir o meu sonho de chegar à NFL. Todas as vezes que você me disse que eu era a arma secreta significou muito para mim.

Mas a realidade é que você era minha.

Ronaldo Barreto

Jornalista formado desde 2016, mas já trabalhava na área desde 2010, quando comecei em uma rádio comunitária em Guarulhos. Fui repórter (estagiário) na Federação Paulista de Futebol (FPF) e no site do jornal Diário de S. Paulo. Neste último, fui efetivado em 2016 e passei a ser o responsável por todo o conteúdo do portal do veículo em 2017, além das redes sociais. Com o intuito de fazer o futebol americano crescer ainda mais no Brasil, criei a página NFL à Brasileira, que se expandiu para este site de notícias sobre o esporte. Além da escrita, sou muito ligado à fotografia, principalmente de esportes.

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